30 de dezembro de 2012

9º Dia - De SANTA CRUZ DE LA SIERRA a COCHABAMBA - BOLÍVIA


ABASTECIMENTO, NOSSO PROBLEMA DE CADA DIA!!!. Nos preparamos para dar início a mais um dia de jornada. Observamos que o tempo indicava chuva. Logo, nos preparamos para a chuva no meio da estrada. As precisavam ser abastecidas. Quando chegamos no posto, ainda dentro da cidade, o mesmo problema: placa estrangeira tem preço diferenciado. E de fato foi diferenciado. Aqui, em Santa Cruz de La Sierra-Bolívia, qual seja, a burocracia para abastecer oficialmente os veículos com placa estrangeira. Resumindo: vários formulários para preencher antes de abastecemos as motos. Tudo bem, fazer o quê?
Um "cafezinho" no Hotel, antes de iniciar a caminhada.

O Luiz preparando sua moto.


O grupo transitando pelas ruas de Santa Cruz de La Sierra.

Estélio e Sônia mandando aquele "tchauzinho" para todos.

Parada para o abastecimento burocrático.

Observem que são três pessoas para abastecer as motos e preencher formulários e emitir nota fiscal.

Ainda estamos no mesmo posto. Nessa foto, a pessoa que está de boné é uma policial acompanhando o abastecimento. A Sônia está na foto apenas como pretexto, mas a policia se ocultoul, quando viu que seria fotografada.

Luiz, Sônia e Estélio chegando em um pedágio. Lembrete: aqui moto não paga pedágio.


Após percorrermos 50km, paramos em lugar chamado MONTERO, onde compramos galões e reabastecemos as motos, pois fomos informados que para o lado norte da Bolívia não encontraríamos combustível. Segundo informações, combustível só pela manhã, pois à tarde a “máfia” do combustível faz com que o este desapareça das bombas de gasolina. Mais uma vez o posto não quis vender gasolina para nós. Tivemos que requer aos popularemos do lugar para nos ajudarem em mais um abastecimento. Bem, esse é o filme que está rodando. Vamos em frente.

Um motociclista, chamado VICTOR, nos parou para alertar: gasolina ao norte da Bolivia só na parte da manhã. Pela tarde, a gasolina desaparece das bombas dos postos de gasolina. Registramos aqui nossos agradecimentos ao Victor.

O Luiz, na fila do posto, comprando gasolina com galão.

Depois dos galões, completar o tangue. A Sônia manda bem na moto. O Estélio já tinha enfrentado a fila com o galão. O Cláudinho também foi pra fila, depois de bater essa foto....rsrsr!!! 
 POLÍCIA, AQUI, É CASO DE POLÍCIA – Fomos parados pela polícia boliviana para verificação dos documentos, que após constatar que estava tudo certo, informou: “tienes que pagar BS 50,00”. Ou seja, a polícia cobra de você BS 50,00 (pesos) sem qualquer explicação da cobrança desse valor e sem emitir qualquer recibo. É pagar ou pagar!!! Logo, cada um pagou 50,00 pesos. Bem, vamos continuar a viagem, porque lá na frente tem mais policiais nos esperando...rsrs, é melhor rir do chorar, pois reclamar só se for para o Papa.

Esse é um dos postos da Polícia Boliviana, onde se verifica a documento e lhe "cobra pelos serviços prestados".

CORRA QUE A POLÍCIA VEM AÍ III - Aqui nova parada para checar e documentação e “pagar pelos serviços”. Mais uma vez, a cobrança de dá sem qualquer explicação ou recibo. Mas o valor já diminuiu BS 20,00 (pesos). Já estamos pensando em pedir “desconto” de fidelidade na próxima cobrança...rsrs
Veja ao fundo. Aqui fomos parados mais uma vez. Outro posto da Polícia Boliviana e mais um cobrança pelo serviços prestados.


MILAGRES ACONTECEM. Chegamos em um lugar chamado CHIMORÉ e, milagre: abastecemos as motos como gente normal, sem papeladas e ainda pagamos o preço da bomba. VIVA!!!

 



TRECHO DIFÍCIL. O BICHO PEGOU!!! – Depois do milagre do abastecimento em CHIMORÉ, passamos por SHINAHOTA, vilarejo que fica logo em seguida. A partir aí começou nosso “calvário” para chegarmos até COCHABAMBA. Sabíamos faltava pouco mais de 150km para encerrarmos nosso dia de viagem, o que levaria mais duas horas, pensávamos. Ledo engano, foram mais de 150km de pura tensão e adrenalina. Estresse total. Gastamos cinco horas para percorrer esse trecho de pouco  150km. Vamos às fotos de alguns trechos.

Pilotamos mais de 150 km a uma velocidade média de 35km/h em meio a muita tensão e adrenalina.

Foram mais de 150 km por estrada andina. É só subida e muita curva, mais muita curva mesmo!

Além de "morro acima" com muita curva, em vários pontos a estrada estava em reforma, com trechos de rípio (um tipo de pedra).

Pilotamos sob essa Lua maravilhosa, não por romantismo, mas porque não tinhamos como parar. Não havia hotel nesse trecho. Era ir ou ir. Detalhe: em alguns pontos, pilotamos com o seguinte pensamento..."seja lá o que Deus quiser". As motos pareciam um trator, iam catando todos os buracos pela frente. Enfim, chegamos à Cochabamba, com as "COCHAS BAMBAS"...


  Chegamos em Cochabamba às 23h29 (horário local) – 01h29 (madrugada em Brasília-DF)



DADOS ESTATÍSTICOS
A)     MOTO GSX650F – SUZUKI
Km rodado no dia 530 (não significa a distância entre as duas cidades, pois às vezes rodamos meios que “perdidos”).
Abastecimento: 37 LITROS
Valor gasto: bs 112.00 (pesos)

B)      MOTO DL1000 – VSTROM – SUZUKI
(a informar)

C)    C)       MOTO M800-BOULEVARD - SUZUKI

Total de KM rodado: 530
Quantidade de combustível: 34,20
Consumo médio: 15,49

HOSPEDAGEM: HOTEL REGINA – Reza entre España y El Prado – WWW.hotelreginabolivia.com
Diária solteiro: BS 270 (PESOS) (R$ 90,00-aproximadamente)
Diária casal: BS 350,00 (PESOS)

29 de dezembro de 2012

8º dia - De SAN JOSE a SANTA CRUZ DE LA SIERRA - BOLÍVIA

2012-12-27- 8º dia
Deixamos San José em direção à Cidade de Santa Cruz de La Sierra às 8h (horário local) e 10h (em Brasília). No momento da saída o tempo estava bom, depois choveu levemente durante boa parte do percurso. 
Deixando a Cidade de Jan José


Na estrada rumo à Cidade de Santa Cruz. Sônia sorrindo para uma foto,,, agora, porque quando a gasolina começa a acabar vem a preocupação de todos.
 Após percorrermos 208,8 KM, surgiu o primeiro posto de gasolina. Porém, não abasteceram nossas motos porque estavam sem o “talon del gobierno”. Segundo explicações do pessoal do posto (surtidor), como o preço é diferenciado para estrangeiro, existe um controle por parte do governo. Se o governo não fornecer o tal documento de abastecimento para estrangeiro, não há abastecimento e pronto. E como é que fica o nosso abastecimento? "Se vira nos trinta" quem for brasileiro!!!

Apareceu outro posto de gasolina alguns quilometro à frente (total percorrido naquele momento 229km). O mesmo problema. Fomos informados que não havia da documentação do governo e não poderiam abastecer. Perguntamos: “vocês podem abastecer no galão?”,  pois é comum o abastecimento em galão. Resposta: “No, hay câmara de vigilância. Mira lá em cima”. Ou seja, nada de abastecimento em posto de gasolina. E como ficou? Uma pessoa que estava na fila, sutilmente se ofereceu para comprar e nos fornecer a gasolina. Saímos do posto e ficamos mais à frente aguardando a gasolina. Deu tudo certo. A pessoa se chama DAVID (um cidadão canadense que mora na Bolívia), que estava acompanhado do seu filho. A eles nossos agradecimentos.

Esse é o posto. Tem gasolina. A fila não é problema, já estamos acostumados. Mas não abasteceram nossas motos. 

Nessa lugar, que fica depois do posto, ficamos esperando do DEVID trazer a gasolina para nós.

Enquanto esperamos a gasolina, otimizamos o tempo, como por exemplo ir ao "banheiro"...rsrsr

Esse é o DAVID, que nos ajudou com a gasolina. Registramos aqui nossos agradecimentos.

O filho do Devid, dentro do carro, o Estélio, o Luiz e o nosso "salvador".


Chegamos em Santa Cruz de La Sierra às 12h39 (local) – 14h39 (Brasília-DF)

DADOS ESTATÍSTICOS
A)     MOTO GSX650F – SUZUKI
Km rodado no dia 298
Abastecimento:16,58
Valor gasto: BS 153,00 (pesos)

B)      MOTO DL1000 – VSTROM – SUZUKI
(a informar)

C)      C)       MOTO M800-BOULEVARD - SUZUKI

Total de KM rodado: 298
Quantidade de combustível: 16
Consumo médio: 11,46

HOSPEDAGEM: HOTEL ASTURIAS – CALLE MOLDES Nº 154 – WWW.hotel-asturias.net
Diária solteiro: BS 300,00 (PESOS)
Diária casal: R$ 440,00 (PESOS)

27 de dezembro de 2012

7º dia - Da Divisa até San José -Bolívia


2012-12-26- 7º dia.
Saímos de Corumbá-MS em direção à aduana brasileira e argentina. Percurso de 7km. São 8h10em Brasília e 7h10 em Corumbá. Para sairmos do Brasil primeiro vamos ao posto da aduana brasileira e depois na boliviana. Chegamos às 7h30. As aduanas abrem às 8h. Já tinha fila quando chegamos. 


Chegando à divisa Brasil-Bolívia


Sônia, Estélio e Luiz na fila para carimbar o passaporte de saída do Brasil junto à Polícia Federal.

 Recomendamos aos próximos viajantes/motociclistas que cheguem às 6h, caso tenham pressa, pois o atendimento é lento. Mas para sair o procedimento é simples, embora demorado em função da fila. Tudo resolvido, fomos em direção à aduana boliviana.
Esse é o Cláudinho. A Bolívia dá as boas-vindas aos seus visitantes.
Mas como "boas-vindas" se há política de restrição de venda de combustível para estrangeiro? Mas esse assunto é para depois.
A aduana boliviana fica a alguns metros da brasileira, mas o interessante é que há fuso horário entre essa “metragem”. O lado boliviano, onde está localizada a aduana, chama-se Puerto Quijarro. Como há fuso horário, com diferença de 1h, tivemos que esperar o início do expediente, que também começa às 8h. Se tem fila do lado brasileiro, tem fila do lado boliviano.
Enquanto esperávamos o início dos procedimentos e aguardávamos nossa vez, íamos revezando na fila. Ora ficava um ora outro. Nesse compasso de espera, fizemos alguns registros e conhecemos pessoas. Vejamos os registros.

Aqui temos o Luiz tomando um refresco chamado MOCOXINCHE, que segunda a Sônia, contém uma"bactéria H.PILORI" que irá se manifestar depois de 10 anos. O Cláudinho ia tomar o MOCOXINCHE. Já estava como copo na mão. Quando ele ouviu o comentário da Sônia, jogou seu MOCOXINCHE fora...kkkkkk


O Luiz fazendo amigos e tomando um "delicioso" MOCOXINCHE. Nessa foto temos o Daniel Fontes e o Cleber Fontes (camisa verde). Ambos de Rondonópolis-MT.
E O CÂMB IO?. Enquanto aguardávamos a liberação, fizemos o câmbio. Cada real valia BS 2,90 (peso boliviano), e o dólar cotado a R$ 2,30. Fizemos um péssimo negócio...rsrsr. Abaixo a sofisticada “Casa de Câmbio”, com seguranças, sistema de vídeo fechado, cabine indiviaual...rsrs.




Tudo parece uma “muvuca”, mas não é. É pior que isso: "é um caos" . Olha o departamento de liberação dos veículos para adentrarem na Bolívia. Parece um barraco ou uma casinha típica do interior do nosso país.

Setor de vistoria de veículos visto de outro ânglo.

O agente da Polícia de Trânsito, responsável pela vistoria dos veículos, recolhe os documentos das pessoas que estão na fila aguardando liberação do seu veículo e aí começa uma romaria atrás do agente. Os veículos ficam em vários pontos do “estacionamento” espalhado por vários lugares. Aonde o agente vai, todos os proprietários de veículos vão atrás. É uma cena muito cômica, para quem está de bom humor, porque tinha gente subindo pelas paredes de tédio.
Vistoria dos veículos. "Sala de espera".  

VISTORIA DO VEÍCULO - A vistoria das motos ocorreu às 09h55, ou seja, 02h após o início do expediente na aduana.Todo o procedimento, na aduana, durou 3h30, pois ainda faltava mais um, que era ir à Polícia de Trânsito para bater um carimbo de liberação do veículo para transitar na Bolívia. Já eram 11h36 (horário local) 13h55 horário de Brasília.

Relação dos documentos necessários para realizar a vistoria.

Essa informaçãio é para os futuros viajantes de moto à Bolívia.


“SE EU PERDER ESSE TREM, QUE SAI AGORA ÀS 11h, SÓ AMANHÃ DE MANHÃ...” – O grupo havia feito reserva no “trem da morte” para embarcar as motos às 11h. Esse trem iria levar as motos até a Cidade de Santa Cruz de La Sierra-Bolívia. Resultado: literalmente perdemos o trem das onze. E gora?

CONHECENDO PESSOAS – Enquanto rolava a muvuca da nossa liberação e da vistoria do veículo, estávamos interagindo com pessoas. Assim, vejamos algumas delas:


Conhecemos o Oscar e a Sara Snabb (Suíços).


Um grupo eclético. Várias nacionalidades.


HOSPEDAGEM – Sugerimos a hospedagem do lado boliviano, pois os preços são melhores do que o de Corumbá, onde nos hospedamos no dia anterior. Segundo informações do ALCEU RONCATO, que estava acompanhado de sua mulher, CATERINA, e de seu filho GERMANO, as instalações do Hotel Jhonn Zen são muito boas. Esse hotel fica próximo da aduna, na av. Luis Salazar de La Vega – Arroyo Concepción – WWW.hoteljhonnzen.com (acomodação single BS 130 (pesos bolivianos) e casal BS 200,00.


O ALCEU E FAMÍLIA - E por falar na família do Alceu, queremos registrar nossos agradecimentos a essa família encantadora, pois, a partir do momento em que passou a interagir com o grupo, e ouvindo nossas histórias sobre o trem, sugeriu que fossos de moto, vez que a estrada havia sido inaugurada (falta um trecho a ser feito) há 05 meses. Garantiu-nos que a estrada estava excelente e se prontificou a nos acompanhar até a Cidade de Santa Cruz de La Sierra. É claro que aceitamos de pronto, era tudo o que precisamos naquele momento.
Almoço com a família do Alceu. Detalhe: já estávamos almoçando e ainda faltava a autorização da Polícia de Trânsito Boliviana.


ABASTECIMENTO -COMBUSTÍVEL. Motociclistas, recomendamos que abasteçam as motos antes de entrarem na Bolívia, pois, do contrário, terá que abastecer em “no paralelo”(venda de gasolina em residência) , vez que o preço para estrangeiro é mais caro do que aquele cobrado para os bolivianos. Explicamos: Preço para condutores com placa estrangeira BS 9,17 (peso boliviano) o litro (R$ 3,07 aproximadamente). Preço para veículo com placa boliviana BS 3,17 (um pouquinho mais de R$ 1,00). E o que são os “postos paralelos”? Em função dessa política de venda de combustível diferenciada para estrangeiros, algumas pessoas vendem gasolina em suas residências, valendo-se dos famosos “galões”, cujo litro custa R$ 2,00.

Abastecimento no "paralelo".

E O TAL DO CARIMBO/AUTORIZAÇÃO JUNTO À POLÍCIA DE TRÂNSITO? – Encontrar esse departamento de Polícia de Trânsito foi uma novela. O Alceu, que já estava integrado ao grupo, e que conhece toda a região,  teve trabalho para chegar até o local, que fica situado em Puerto Suarez – na Calle Heróes Del Chaco. A Polícia de Trânsito emite uma autorização e cobra uma taxa de BS 50,00 (pesos bolivianos). Não dão nenhum recibo (tem que ser dinheiro vivo). NOTA: essa autorização é solicitada próximo à saída de Puerto Suarez. Detalhe: já eram 13h43 (horário local), 15h43(Brasília). Somente a partir desse momento começou a viagem de moto até Santa Cruz de La Sierra.

Polícia de Trânsito localizada em Puerto Suarez (É bem difícil de achá-la).

Olha como é que a coisa funciona internamente!!!

Enfim, iniciando a viagem por estradas bolivianas.

ROBORÉ - A estrada entre Puerto Quijarro e a Cidade de San José é muito boa. Bem sinalizada e sem nenhum buraco. O único problema é o combustível. Olhem a fila para abastecer no vilarejo de ROBORÉ, primeira cidade com posto depois da Divisa Brasil/Bolívia, que fica a 262km de distância.

Além da fila, quando chove o abastecimento é paralisado, vez que não há condições para o trabalho. E tem outro problema: estrangeiro não é bem-vindo para o abastecimento nos postos. Como chovia e não estavam abastecendo, recorremos ao “abastecimento paralelo”.
Primeira cidade, depois da Divisa, com posto de gasolina. Distância: 262km.

Essa a filinha para abastecer. Por conta da chuva, o abastecimento estava parado. E mais, fecha às 18h.

Presença do exercíto junto aos postos de gasolina controlado pelo Estado. Detalhe: não conseguimos abastecer e tivemos que recorrer ao "paralelo" mais uma vez.



Achamos o trem que perdemos lá no ínício da viagem, o "Trem da Morte"....kkkkk

Todo sacrifício tem sua recompensa.

Pernoitamos em San José –Bolívia – Horário de chegada: 20h local – 22h -Brasília
DADOS ESTATÍSTICOS
A)     MOTO GSX650F – SUZUKI
Km rodado no dia 262 +139 = 401 km
Abastecimento: Paralelo (talvez 15 litros) + 8,22 = 23,22 litros
Valor gasto: BS 105,00 (pesos bolivianos) + BS 35,00 = BS 140,00 (pesos)
(obs.: falta incluir o último abastecimento)
B)      MOTO DL1000 – VSTROM – SUZUKI
(a informar)

C)       MOTO M800-BOULEVARD - SUZUKI

Total de KM rodado: 401
Quantidade de combustível: 28
Consumo médio: 14,32


HOSPEDAGEM: Tipo cidade do interior -  Sem comentários – serviu para passar a noite.
Diária solteiro: BS 150,00 (PESOS)
Diária casal: R$ 150,00 (PESOS)